Quem somos
Este site é da AMMA Creative, empresária em nome individual, com sede em Rua do Comércio, 23-47, 4935-329 Vila Nova de Anha, Viana do Castelo, Portugal.
- NIF: (a indicar)
- WhatsApp: falar connosco no WhatsApp
- Instagram: @_ammacreative
Estes elementos são prestados nos termos do artigo 10.º do Decreto-Lei n.º 7/2004, que obriga quem tem um site com actividade comercial a identificar-se de forma permanente e de acesso fácil.
Este site é uma montra, não uma loja em linha
Não há carrinho de compras nem pagamento neste site, e isso é intencional: cada artigo é feito por medida, e o preço depende do que se personaliza. O que aqui está serve para mostrar o que fazemos.
As encomendas fazem-se a falar — por WhatsApp, por mensagem no Instagram ou por mensagem. Quando combinarmos o artigo, dizemos-lhe o preço final, o prazo e como se paga.
Preços
A maior parte dos artigos está sob consulta, porque o preço de uma peça personalizada depende do que leva: o número de nomes a gravar, o tamanho, a quantidade, o material.
Alguns artigos têm o preço indicado no site. Quando isso acontece, o valor que lá está é final e com todos os impostos incluídos, e é esse que paga pela peça tal como está descrita. Se pedir algo além do que está descrito, confirmamos o valor consigo antes de avançar.
Quando lhe indicarmos um preço, ele é final e com todos os impostos incluídos, como a lei exige (Decreto-Lei n.º 138/90). Se houver custos de envio, dizemos antes de a encomenda ser confirmada. Portes grátis acima de 60€.
Como se faz uma encomenda
- Diz-nos o que quer e os detalhes: a frase, o nome, o tamanho, a cor.
- Indicamos o preço final e o prazo.
- Enviamos uma pré-visualização do que vai ser produzido.
- Só produzimos depois de a aprovar.
- Combinamos a entrega ou o envio.
O passo 3 não é um extra — é a forma de ninguém receber uma peça com um nome mal escrito. Confirme com atenção: é a partir da sua aprovação que a peça é feita.
Artigos personalizados: não há direito de livre resolução
Nas compras a distância existe normalmente um prazo de 14 dias para devolver sem justificação. Esse direito não se aplica a artigos personalizados, por determinação da alínea c) do n.º 1 do artigo 17.º do Decreto-Lei n.º 24/2014.
A razão é simples: uma peça feita com o nome de uma pessoa, ou com a fotografia da família de alguém, não pode ser vendida a mais ninguém.
O que isto não afasta: se a peça vier com defeito, se não corresponder ao que aprovou, ou se chegar danificada, tem todos os direitos que a lei lhe dá — e nós resolvemos. Fale connosco e trocamos, refazemos ou devolvemos o valor.
Garantia legal de conformidade
Os artigos têm a garantia legal de conformidade prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021: três anos a contar da entrega, para bens móveis.
A garantia cobre defeitos de fabrico e falta de conformidade com o que foi acordado. Não cobre o desgaste normal do uso, nem danos causados por lavagem ou utilização indevida — para o têxtil, seguir as instruções de lavagem que enviamos com a peça faz toda a diferença na durabilidade do vinil.
Para exercer a garantia, fale connosco pelos contactos acima.
O que nos manda
Se nos enviar fotografias para personalizar uma peça, garanta que tem direito a usá-las. Não produzimos artigos com marcas registadas, logótipos de clubes, personagens ou imagens de terceiros sem autorização — não é preciosismo nosso, é o que a lei da propriedade intelectual determina, e a responsabilidade seria partilhada.
As fotografias que nos manda servem só para fazer a sua peça. Ver a política de privacidade.
Reclamações
Tem à disposição o Livro de Reclamações electrónico, em livroreclamacoes.pt.
Em caso de litígio de consumo, pode recorrer a uma entidade de resolução alternativa de litígios. A competente para a nossa área é o CIAB — Tribunal Arbitral de Consumo: ver resolução de litígios.
Conteúdo do site
As fotografias e os textos deste site são nossos. Os artigos que fazemos são peças únicas, e o trabalho de composição de cada uma também é nosso — agradecemos que não sejam reproduzidos sem autorização.
Lei aplicável
Aplica-se a lei portuguesa. Os tribunais portugueses são os competentes, sem prejuízo do direito de recorrer à resolução alternativa de litígios.
Última actualização: Agosto de 2026.